Tenho 5K horas de jogo e está caindo na minha fila do competitivo pessoas com 200/400 partidas de Dota2. O jogo está cheio de pessoas com conta compradas que não têm conhecimento nenhum do jogo e ainda buscam filas rankeadas. A Valve não se importa com a experiência dos jogadores, com balanceamento de horas de jogo, quem realmente é tóxico, ou quem trolla partidas. A comunidade desse jogo é uma das mais podres que existem. Principalmente quando têm jogadores de países vizinhos jogando no servidor Brasileiro. É uma mistura de racismo com xenofobia extrema. Dito isso. A um tempo atrás lançaram uma porcaria de moedas que davam MMR em dobro caso ganhasse, ou perdia o MMR na derrota. Isso fez várias pessoas começaram a fazer trade win, inflando mais ainda o MMR do que já estava antes de eu voltar a jogar. Agora, principalmente nas filas de rank mais baixo, está totalmente desequilibrado. Fora os smurfs upando contas que é normal existir. Mas com a frequência e consistência que existe no Dota. Eu não recomendo Dota nem pro meu pior inimigo. É uma experiência insalubre jogar esse jogo.
Um retorno espetacular às origens da guerra total??? A intensidade do campo de batalha é avassaladora, com um design de som que te coloca no centro do caos, onde cada explosão e cada bala passando perto te fazem sentir a pressão do combate. Visualmente, o jogo é um espetáculo, com mapas gigantescos ou bem trabalhado e cheios de detalhes com uma destruição de cenário que não é apenas um efeito bonito, mas uma ferramenta tática. Aquele sentimento clássico de correr com seu esquadrão em direção a um objetivo, enquanto tanques trocam tiros e jatos rasgam o céu, está de volta e mais forte do que nunca. A jogabilidade do multiplayer é, sem dúvida, o coração do jogo e onde ele realmente brilha. O retorno a um sistema de classes mais definido foi a decisão certa, trazendo de volta a necessidade de cooperação e estratégia em equipe que andava perdida. Cada partida parece um quebra-cabeça tático, onde escolher entre ser um engenheiro para destruir um tanque inimigo ou um médico para reviver seus companheiros faz toda a diferença. Por outro lado, a campanha, apesar de ter momentos cinematográficos grandiosos, parece apressada e não consegue entregar uma história memorável, servindo mais como um tutorial glorificado para as mecânicas do que uma experiência marcante por si só... desperdício de tempo? No fim das contas, minha experiência com Battlefield 6 é extremamente positiva, focada quase que inteiramente em seu robusto modo multiplayer. Apesar da campanha ser um ponto fraco e descartável, a essência do que faz Battlefield ser especial está intacta e refinada. É um jogo que entende que a verdadeira diversão vem dos momentos não planejados: aquela vitória de virada em um mapa, a destruição de um prédio que muda o rumo da batalha, ou a coordenação perfeita com o esquadrão. Battlefield 6 é o sucessor que os fãs esperavam, uma base sólida que resgata o melhor da franquia e aponta para um futuro promissor.